Um Rio Sempre Encontra a Sua Foz

"Concedei-nos, Senhor, a Serenidade

necessária

para aceitar as coisas que não podemos

modificar,

Coragem para modificar aquelas que
podemos,

e Sabedoria para distinguir umas das
outras"


Pedi a Deus — conforme eu O concebo— que me revelasse aquele medo sem rosto que sempre me assombrou.

A revelação chegou: o que eu sentia nunca foi medo, mas uma profunda rejeição. Desde então, prontifico-me a falar, escrever e refletir com sinceridade sobre isso. 

Desta forma, Deus continua me guiando ao autoconhecimento, até o dia em que a rejeição também se vá, assim como passou a minha depressão. Afinal, sem esforço, as águas de um rio sempre encontram a sua foz.

Clique em O Canto da Sabiá para ler a crônica anterior, ou em A Fita Isolante que me Separa de Deus para ler a seguinte.

Pública é a minha codependência, consciente de que sou muito maior que todas as minhas ilusões. Só por hoje, eu me dou o direito de ser a pessoa mais importante da minha própria vida.

Paz, serenidade e muitas 24 horas. Caso tenha gostado da mensagem, sinta-se à vontade para compartilhar com os demais.

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