Terra à Vista
" Concedei-nos, Senhor, a Serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar, Coragem para modificar aquelas que podemos, e Sabedoria para distinguir umas das outras" Ontem, na reunião presencial, tirei uma carta do Baralho das Emoções. A pergunta era simples e direta: "Você já encontrou o seu Eu profundo?" Confesso: ainda não. Mas essa busca me deu algo inesperado. Eu encontrei o meu ego. O meu eu raso, e a sensação foi indescritível. Foi como Colombo no convés, ouvindo o grito do marujo lá da gávea: "Terra à vista!" Eu tinha avistado um continente novo dentro de mim. Um território inteiro que eu nem sabia que existia. Agora eu posso explorá-lo. Essa descoberta me deu uma certeza: Minhas dores emocionais estão centradas no ego. Meu ego é mental e transitório, e a responsabilidade por ele é toda minha. Mas a melhor parte veio depois: Eu não sou o meu ego. Atrás dele, existe algo mais profundo. Mais real. Mais saudável. O meu Eu Verdadei...