O Canto da Sabiá
"Concedei-nos, Senhor, a Serenidade
necessária
para aceitar as coisas que não podemos
modificar,
Coragem para modificar aquelas que
podemos,
e Sabedoria para distinguir umas das
outras"
Todas as manhãs, por volta de 4h40, uma sabiá desperta o dia com seu canto. Se eu não estiver alheio, mergulhado na velocidade do meu 'cabeção pensante', consigo parar e escutar a vida acontecendo lá fora.
Quando me permito estar presente, o canto se torna uma sinfonia; quando me perco no mundo da lua, a beleza se dissipa diante dos meus olhos. Esse descompasso entre corpo e mente é, muitas vezes, o sintoma mais silencioso e de difícil identificação de um sofrimento emocional profundo: minha dificuldade crônica de habitar o momento presente.
Clique em Os Pensamentos Não Choram para ler a crônica anterior, ou em Um Rio Sempre Encontra a Sua Foz para ler a seguinte.
Pública é a minha codependência, consciente de que sou muito maior que todas as minhas ilusões. Só por hoje, eu me dou o direito de ser a pessoa mais importante da minha própria vida.
Paz, serenidade e muitas 24 horas. Caso tenha gostado da mensagem, sinta-se à vontade para compartilhar com os demais.

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