Terra à Vista
"Concedei-nos, Senhor, a Serenidade
necessária
para aceitar as coisas que não podemos
modificar,
Coragem para modificar aquelas que
podemos,
e Sabedoria para distinguir umas das
outras"
Ontem, na reunião presencial, tirei uma carta do Baralho das Emoções. A pergunta era simples e direta:
"Você já encontrou o seu Eu profundo?"
Confesso: ainda não. Mas essa busca me deu algo inesperado.
Eu encontrei o meu ego. O meu eu raso, e a sensação foi indescritível. Foi como Colombo no convés, ouvindo o grito do marujo lá da gávea: "Terra à vista!"
Eu tinha avistado um continente novo dentro de mim. Um território inteiro que eu nem sabia que existia. Agora eu posso explorá-lo. Essa descoberta me deu uma certeza: Minhas dores emocionais estão centradas no ego.
Meu ego é mental e transitório, e a responsabilidade por ele é toda minha. Mas a melhor parte veio depois: Eu não sou o meu ego. Atrás dele, existe algo mais profundo. Mais real. Mais saudável.
O meu Eu Verdadeiro. O meu Eu Profundo.
Essa viagem pelos 12 Passos é libertadora. Cada dia me mostra que eu posso sair do limite do ego, conectando-me com a minha essência. Aquela parte de mim que me acompanha desde o início dos tempos.
Clique em O Homem Elefante para ler a crônica anterior, ou em O Dia que Fui Morar nos Outros para ler a seguinte.
Pública é a minha codependência, consciente de que sou muito maior que todas as minhas ilusões. Só por hoje, eu me dou o direito de ser a pessoa mais importante da minha própria vida.
Paz, serenidade e muitas 24 horas. Caso tenha gostado da mensagem, sinta-se à vontade para compartilhar com os demais.

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