O Barco que não conheceu o mar

"Concedei-nos, Senhor, a Serenidade

necessária

para aceitar as coisas que não podemos

modificar,

Coragem para modificar aquelas que
podemos,

e Sabedoria para distinguir umas das
outras"


 

A dor de não me sentir presente no agora é um luto.

Não o luto por alguém que viveu e morreu, mas por alguém que sequer nasceu.

É como a dor de um barco que nunca conheceu o mar,

ou de uma molécula de água que nunca se fez vapor para visitar o céu.

Rogo a Deus todos os dias que me liberte do meu profundo sentimento de rejeição — Sétimo Passo.

Clique em A Invisível Prisão da Codependência para ler a crônica anterior.

Pública é a minha codependência, consciente de que sou muito maior que todas as minhas ilusões. Só por hoje, eu me dou o direito de ser a pessoa mais importante da minha própria vida.

Paz, serenidade e muitas 24 horas. Caso tenha gostado da mensagem, sinta-se à vontade para compartilhar com os demais.


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