O Amor e a Rejeição

"Concedei-nos, Senhor, a Serenidade

necessária

para aceitar as coisas que não podemos

modificar,

Coragem para modificar aquelas que
podemos,

e Sabedoria para distinguir umas das
outras"



Era uma vez um neurótico que ouviu dizer que o amor trazia muito sofrimento para aqueles que caminhavam com ele.

Por medo de sofrer, resolveu então trancar o seu amor nas suas próprias masmorras mentais, escondendo-o de si mesmo e de todos os demais.

Imensurável foi o seu sofrimento, dor e solidão, que de tão funda o jogou num depressivo poço onde ele quase enlouqueceu.

O impiedoso carcereiro do seu amor era a sua própria rejeição, que na presença do seu prisioneiro cedeu aos seus controles sem fim e simplesmente retirou-se, e desta forma absolutamente natural o amor se fez.

Pública é a minha codependência; eu sou maior que todas as minhas ilusões. Só por hoje serei feliz; só por hoje eu sou a pessoa mais importante da minha vida.

Paz, serenidade e muitas 24 horas. Caso tenha gostado da mensagem, sinta-se à vontade para compartilhar com os demais.

Clique em A Devoradora da Realidade para ler a crônica anterior, ou em Anorexia Amorosa para ler a seguinte.

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