A Devoradora da Realidade

 

"Concedei-nos, Senhor, a Serenidade

necessária

para aceitar as coisas que não podemos

modificar,

Coragem para modificar aquelas que
podemos,

e Sabedoria para distinguir umas das
outras"



A rejeição que sinto, e muito, é como um faminto monstro mitológico que se alimenta única e vorazmente de cada instante da minha realidade, deixando sobre o seu caminho o impreenchível vazio da minha presença no aqui e no agora - grande é a dor que sinto pela minha própria ausência.

Rogo a Deus todos os dias que me liberte dessa ilusão monstruosa, pois se feio é o monstro, bela é a vida.

Ultimamente tenho sentido muitas saudades de mim.

Pública é a minha codependência; eu sou maior que todas as minhas ilusões. Só por hoje serei feliz; só por hoje eu sou a pessoa mais importante da minha vida.

Paz, serenidade e muitas 24 horas. Caso tenha gostado da mensagem, sinta-se à vontade para compartilhar com os demais.

Clique em As Duas Bolhas para ler a crônica anterior.

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