O Humano e o Divino
"Concedei-nos, Senhor, a Serenidade
necessária
para aceitar as coisas que não podemos
modificar,
Coragem para modificar aquelas que
podemos,
e Sabedoria para distinguir umas das
outras"
Habitam dois em mim. Um, o doente emocional; o outro, aquele que busca a cura. Se eu vir o primeiro como um demônio, sucumbo à depressão. Se elevar o segundo à condição de um deus, caio na armadilha da vaidade e da soberba. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra: preciso encontrar o equilíbrio entre o meu Eu verdadeiro e o ego, entre o humano e o divino.
Clique em A Praia que Rejeitava o Mar para ler a crônica anterior.
Pública é a minha codependência, consciente de que sou muito maior que todas as minhas ilusões. Só por hoje, eu me dou o direito de ser a pessoa mais importante da minha própria vida.
Paz, serenidade e muitas 24 horas. Caso tenha gostado da mensagem, sinta-se à vontade para compartilhar com os demais.
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