O Eco Distante da Criança Ferida
"Concedei-nos, Senhor, a Serenidade
necessária
para aceitar as coisas que não podemos
modificar,
Coragem para modificar aquelas que
podemos,
e Sabedoria para distinguir umas das
outras"
A causa raiz das minhas aflições é um lugar em mim que clama, constantemente, por atenção e presença. Demorei quase 60 anos para descobrir que esse eco distante era, na verdade, uma criança viva que sofria dentro de mim — uma criança ferida. Sua dor era tão profunda que seus gritos de socorro finalmente venceram meus ouvidos moucos e minha mente fechada, abrindo, pouco a pouco, o meu coração.
Clique em O Boleto da Alma: O Custo de não se tratar para ler a crônica anterior, ou em Minha Existência nos tempos da IA para ler a seguinte.
Pública é a minha codependência, consciente de que sou muito maior que todas as minhas ilusões. Só por hoje, eu me dou o direito de ser a pessoa mais importante da minha própria vida.
Paz, serenidade e muitas 24 horas. Caso tenha gostado da mensagem, sinta-se à vontade para compartilhar com os demais.

Comentários
Postar um comentário