A Depressiva Casa
"Concedei-nos, Senhor, a Serenidade
necessária
para aceitar as coisas que não podemos
modificar,
Coragem para modificar aquelas que
podemos,
e Sabedoria para distinguir umas das
outras"
A depressão é uma casa estranha.
Para quem olha da rua, são incontáveis portas abertas, convidando apenas à entrada.
Nenhuma saída está à vista. Nem uma fresta.
Ainda assim, ela existe. Única, escondida nos fundos. Melhor dizendo: no fundo do morador. É ele quem guarda a chave. E essa é uma porta que só se abre de dentro para fora.
Pública é a minha codependência; eu sou maior que todas as minhas ilusões. Só por hoje serei feliz; só por hoje eu sou a pessoa mais importante da minha vida.
Paz, serenidade e muitas 24 horas. Caso tenha gostado da mensagem, sinta-se à vontade para compartilhar com os demais.
Clique em O inferno são os outros em mim para ler a crônica anterior, ou em Batidas Na Porta para ler a seguinte.

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