O Toque de Deus
"Concedei-nos, Senhor, a Serenidade
necessária
para aceitar as coisas que não podemos
modificar,
Coragem para modificar aquelas que
podemos,
e Sabedoria para distinguir umas das
outras"
Eu preciso tocar nas minhas feridas emocionais diariamente. É um toque doloroso, mas, se o evito, a angústia se torna ainda mais intensa.
O que machuca já não é a ferida em si, mas a ausência do meu próprio toque — o eco da minha autorrejeição. É um paradoxo perverso: ao tentar fugir do sofrimento, eu o amplifico; ao ousar tocar minhas feridas, eu abro caminho para a cicatrização.
Se eu não me toco, torno-me intocável para o mundo.
E, conforme concebo o divino, preciso ardentemente do toque Dele para reaprender a me acolher e, assim, sentir transbordar o meu próprio toque de amor por todas as expressões da vida.
Clique em O Agricultor e o Incendiário para ler a crônica anterior, ou em Conversa de Neurótico para ler a seguinte.
Pública é a minha codependência, consciente de que sou muito maior que todas as minhas ilusões. Só por hoje, eu me dou o direito de ser a pessoa mais importante da minha própria vida.
Paz, serenidade e muitas 24 horas. Caso tenha gostado da mensagem, sinta-se à vontade para compartilhar com os demais.

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