Luz de Geladeira


"Concedei-nos, Senhor, a Serenidade

necessária

para aceitar as coisas que não podemos

modificar,

Coragem para modificar aquelas que
podemos,

e Sabedoria para distinguir umas das
outras"


Meu suposto amor nos tempos da ativa contumaz no exercício da doença das emoções era amor falso, era amor grosseiro, interesseiro, embusteiro, era amor que fazia barganhas esperando receber algo em troca, era amor exigente, excludente, carente e indiferente, era um amor feito luz de geladeira de porta fechada, um amor que não iluminava absolutamente nada, nem mesmo a minha própria escuridão.

Rogo ao Poder Superior todos os dias que me ajude a amar de verdade.

Pública é a minha codependência; eu sou maior que todas as minhas ilusões. Só por hoje serei feliz; só por hoje eu sou a pessoa mais importante da minha vida. Paz, serenidade e muitas 24 horas. Caso tenha gostado da mensagem, sinta-se a vontade para compartilhar com os demais.

Clique em Uma Nota de Amor para ler a crônica anterior, ou em Embarquei na Vã para ler a seguinte.

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