Vergonha Tóxica: A Soberana do Castelo

"Concedei-nos, Senhor, a Serenidade

necessária

para aceitar as coisas que não podemos

modificar,

Coragem para modificar aquelas que
podemos,

e Sabedoria para distinguir umas das
outras"




No meu mundo egocêntrico, a Rejeição é a sentinela da minha Vergonha Tóxica, a soberana do castelo. Ela barra qualquer aproximação; nada entra, nada sai. A senhora deste feudo, consumida pela própria desdita, escolheu o exílio na torre mais alta. Ao redor, um fosso intransponível — profundo e escuro como a própria depressão — serve de refúgio onde a Vergonha mergulha nos dias de maior dor, recolhendo-se ao vazio. Sobre este cenário, porém, vigia um senhor feudal implacável: o Orgulho. Ele é o vassalo leal de um domínio ainda mais vasto: o reino onde o meu Ego reina absoluto.

Clique em O Mar Verde da Gratidão para ler a crônica anterior, ou em A Bússola de Minha Espiritualidade para ler a seguinte.

Pública é a minha codependência, consciente de que sou muito maior que todas as minhas ilusões. Só por hoje, eu me dou o direito de ser a pessoa mais importante da minha própria vida.

Paz, serenidade e muitas 24 horas. Caso tenha gostado da mensagem, sinta-se à vontade para compartilhar com os demais.

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