A Doença da Ausência


"Concedei-nos, Senhor, a Serenidade

necessária

para aceitar as coisas que não podemos

modificar,

Coragem para modificar aquelas que
podemos,

e Sabedoria para distinguir umas das
outras"


A doença das emoções é semelhante àquele homem do cabeção compulsivamente pensante que estava muito preocupado por não encontrar a chave do seu carro na hora de sair.

Depois de mentalmente punir quem supostamente havia mudado a chave de lugar, vasculhando em vão toda a casa à sua procura, responsabilizando ainda a sua mulher por aquilo, ele simplesmente descobriu que a chave estava o tempo inteiro na sua próprias mão.

Pública é a minha codependência; eu sou maior que todas as minhas ilusões. Só por hoje serei feliz; só por hoje eu sou a pessoa mais importante da minha vida. Paz, serenidade e muitas 24 horas. Caso tenha gostado da mensagem, sinta-se a vontade para compartilhar com os demais.

Clique em Os Rios Não Entram Em Controvérsias para ler a crônica anterior, ou em O Quarto Passo e o Quarto Escuro para ler a próxima.

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