O Barquinho de Papel

"Concedei-nos, Senhor, a Serenidade

necessária

para aceitar as coisas que não podemos

modificar,

Coragem para modificar aquelas que
podemos,

e Sabedoria para distinguir umas das
outras"



Era uma vez um barquinho de papel que flutuava na imensidão do oceano.

Aquele barquinho era excepcional, ele possuía um ego, e lá no meio do vasto mar ele ousou dizer: "Eu flutuo sobre o oceano, pois eu sou maior e mais poderoso do que ele".

O oceano não se sentiu vexado, ele tinha mais o que fazer; instantes depois uma leve brisa que soprava por ali adernou o barquinho que foi parar lá no fundo, não o do oceano, mas o do seu orgulho.

Não se desespere, meu amigo barquinho, mas guarde a certeza de que estamos juntos, pois eu também estou tentando emergir do meu próprio naufrágio.

Pública é a minha codependência; eu sou maior que todas as minhas ilusões. Só por hoje serei feliz; só por hoje eu sou a pessoa mais importante da minha vida.

Paz, serenidade e muitas 24 horas. Caso tenha gostado da mensagem, sinta-se à vontade para compartilhar com os demais.

Clique em O Raio Celestial que Jamais Cairá do Céu para ler a crônica anterior, ou em Autoajuda ou Ajuda Mútua para ler a seguinte.

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