Heróis e Vilões
necessária
para aceitar as coisas que não podemos
modificar,
Coragem para modificar aquelas que
podemos,
e Sabedoria para distinguir umas das
outras"
Meus heróis da infância eram aqueles que falavam palavras tão bonitas, palavras que encantavam a todos; meu sonho era vir a ser como eles quando crescesse.
Até que percebi na adolescência que os meus heróis não viviam de acordo com suas palavras, principalmente da porta de suas casas para dentro, e então eles se transformaram-se em vilões, e nas minhas convicções mais profundas eu jurei para mim mesmo que eu jamais seria como eles.
Foram necessários muitos anos para eu descobrir os meus belos dircursos vazios de um mundo cheio de paz, amor, equilíbrio e serenidade geral, foram muitos para a descoberta de que da minha porta para dentro eu também era um vilão, foram muitos anos para descobrir a minha própria e mentirosa neurose.
Em recuperação vou aprendendo a falar menos da boca para fora e mais do coração para dentro, pois cego não é o amor que enxerga muito bem, cego é o orgulho, e cegos não guiam cegos.
Só por hoje meus heróis e vilões, os amargos frutos de minhas ilusões, precisam morrer. Heróis e vilões também morrem.
Pública é a minha codependência; eu sou maior que todas as minhas ilusões. Só por hoje serei feliz; só por hoje eu sou a pessoa mais importante da minha vida.
Paz, serenidade e muitas 24 horas. Caso tenha gostado da mensagem, sinta-se a vontade para compartilhar com os demais.
Clique em O Mascarado Infeliz para ler a crônica anterior, ou em A Minha Intolerância para ler a seguinte.

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